LIÇÕES PARA GRUPOS DE CRESCIMENTO

Adult e Young

22ª SEMANA 2025 - Aplicação 23 a 28/06/2025

CAMINHANDO PARA A MATURIDADE

(1ª Parte)

Imagine que a OBPC-DNA, receba do governo, de uma só vez, 100 bebês órfãos, todos com menos de um ano.
Fomos vistos como uma instituição séria e por isso fomos chamados para cuidar deles com amor, responsabilidade e visão de futuro.

PERGUNTA: na sua opinião, como a OBPC-DNA deveria se organizar para cuidar destes 100 bebês, levando-os até a vida adulta?

Discutam propostas e soluções.

Essa situação hipotética nos apresenta dois caminhos possíveis.
O primeiro seria uma resposta institucional. Montaríamos orfanatos, convocaríamos ou até cuidadores, dividiríamos as crianças por faixa etária, e tentaríamos suprir suas necessidades com estruturas, turnos e programas padronizados.

Embora esse modelo atenda às demandas básicas, é amplamente sabido que a institucionalização não consegue suprir a carência de afeto, identidade e vínculo. Crianças criadas em instituições muitas vezes enfrentam insegurança emocional, baixa autoestima e dificuldades de socialização.

Mas e se, ao invés disso, seguíssemos um modelo familiar?

E se 50 ou 100 famílias da igreja adotassem essas crianças?
Se cada bebê recebesse pai, mãe, irmãos, colo, nome e história?
A formação desses adultos seria completamente diferente. Porque não é só de teto e comida que uma criança precisa ela precisa de paternidade, cuidado personalizado, disciplina e amor que vê e responde.

AGORA PENSE: essa analogia representa o discipulado dentro da igreja.

Quando novos convertidos são tratados apenas com estrutura institucional culto, curso, evento mas não são inseridos em uma família espiritual com pais espirituais, eles podem crescer em conhecimento, mas permanecer emocional e espiritualmente imaturos.

QUEBRA-GELO: Cuidando de um bebê.

  • Divida o GDC em grupos menores.
  • Diga que cada grupo recebeu um bebê recém-nascido e será responsável por ele até a vida adulta.
  • Cada grupo deve montar um plano de ação:
  • Como vão dividir os cuidados?
  • Quem vai ensinar o bebê a andar, a falar, a ler, a tomar decisões?
  • Como vão lidar com os erros, frustrações e desafios?
  • Como garantir que esse bebê se torne um adulto responsável, saudável e feliz?

Depois, compartilhem os planos com o grupo e discutam sobre a pergunta abaixo.

PERGUNTA: o que esse exercício nos ensina sobre o discipulado e maturidade espiritual na igreja?

Na Próxima Semana: CAMINHANDO PARA A MATURIDADE. (2ª Parte)